Vem comigo. O que está te travando tem nome.
Tamires Bernardini, Psicanalista e Terapeuta Integrativa, especializada em Sexualidade Humana. Atendimentos presenciais, online para todo o mundo e personalizados. Inscrita na ANTPC-RP 1504/2024.
Sigilo absoluto garantido pelo Código de Ética
Sou a Tamires Bernardini. Trabalho com o que você ainda não conseguiu nomear.
Sou Psicanalista, Terapeuta Integrativa, especializada em Sexualidade Humana, inscrita na ANTPC e eterna estudiosa. Atendo quem quer entender o que está acontecendo lá dentro.
Quando a mente cansa, é porque está pedindo atenção. Estou aqui para ouvir.
Ao longo dos anos de clínica, aprendi que a maioria das pessoas chega sem saber exatamente o que procura. Sabe só que algo não está funcionando. Isso já é o suficiente para começar.
Você vai me ouvir falar "vem comigo" e "está disposta a fazer dar certo?" com frequência. São perguntas que eu levo a sério, com acolhimento, para conduzir o processo — e que exigem que você também leve.
Atendo adolescentes, adultos e pessoas de diferentes faixas etárias interessadas em investigar as causas profundas dos seus sofrimentos emocionais. O foco é compreender o inconsciente e trabalhar os conflitos internos.
Confuso? Deixa eu explicar.
A psicanálise vive sendo confundida com psicologia. São métodos completamente diferentes.
A psicologia atua no presente, sobre comportamentos e cognição: identifica padrões, trabalha pensamentos, desenvolve habilidades. A psicanálise vai mais a fundo. Ela acessa o inconsciente, onde ficam as emoções reprimidas, os desejos, os traumas, os medos, as fixações, os fetiches e os padrões que você nem sabe que carrega.
O inconsciente domina cerca de 90% da mente. Ele opera nos bastidores, toma decisões por você sem que você perceba. É atemporal, ou seja, não segue a lógica do tempo cronológico, e amoral, não conhece juízo de valor. É exatamente ali que o meu trabalho acontece.
A psiquiatria é a ala médica: diagnostica e atua com medicamentos e internações quando necessário.
"Tornar consciente o inconsciente." É aí que a transformação começa.
Dois caminhos. O mesmo cuidado.
Uma especialização séria. Vou te explicar por quê.
Busquei a especialização em sexualidade humana com uma intenção clara: trabalhar esse campo com rigor e ética.
Na perspectiva psicanalítica, a sexualidade é entendida como pulsão, uma energia maleável do inconsciente que busca satisfação e que se manifesta de formas individuais. Ela não se limita à genitalidade. Está nos desejos mal compreendidos, nas fixações não percebidas, na forma como nos relacionamos com os outros e com nós mesmos, nos conflitos que nos formam.
Durante as sessões, investigamos juntos essa elaboração pulsional e o que ela revela sobre sua trajetória. É um espaço sigiloso, construído para que você fale sem censura, sem precisar filtrar nada.
Sem burocracia.
Sente falta de conversar? Vem comigo.
Criei um formato de atendimento para quem deseja uma boa prosa, aquele papo de qualidade com base na associação livre, em um ambiente diferente do consultório. As sessões acontecem em locais públicos acessíveis, a combinar, com toda a confidencialidade de um atendimento profissional.
Esse modelo surgiu da observação de uma carência real. Pacientes da terceira idade que sentem falta de conversa genuína, e profissionais com agenda exigente — reuniões corporativas, decisões judiciais, responsabilidades de alta pressão — que chegam sobrecarregados e precisam descomprimir antes de agir. Aqui o objetivo não é só o desabafo. É sair com clareza, foco e cabeça organizada para o que vem pela frente.
Tem dúvida? Pergunte aqui.
Não achou a sua? Me pergunte.
Manda sua dúvida aqui. Eu respondo pessoalmente.
Quem já fez o caminho.
Histórias de quem já percorreu esse caminho. (Depoimentos ilustrativos, para visualização.)
"Cheguei sem saber direito o que dizer. Em poucas sessões, comecei a entender coisas que carregava havia anos sem perceber."
— Mariana R., 34 anos
"O acolhimento da Tamires é raro. Me senti ouvido de verdade, sem julgamento, e isso fez toda a diferença."
— Felipe A., 41 anos
"O 'vem comigo' não é só uma frase. Foi um convite que mudou a forma como eu me olho hoje."
— Carla M., 28 anos